28 de novembro de 2011

Empreendedorismo na escola: que negócio é esse?

     No mundo moderno, muito tem se falado em empreendedorismo... Para nós, do Colégio Interação, isso já é realidade e em 2012 nossos alunos do Ensino Fundamental terão aulas de educação financeira e empreendedorismo!

     O 'Jornal Hoje' de 16/11/2010 já abordou esse tema. Acompanhe a matéria logo abaixo:

      A primeira lição é a de que o empreendedorismo começa em casa, com a elaboração do orçamento familiar. Famílias são como empresas, têm receitas e despesas. E é preciso sobrar dinheiro no fim do mês para haver segurança no futuro.
“Você não é rico com o que ganha, mas sim com o que poupa”, alerta o professor.
     Este é só o primeiro passo. Marketing, análise de mercado, plano de negócios, planejamento estratégico. Todo esse conhecimento ajuda os alunos na criação de empresas virtuais. Elas ganham cartazes e maquetes, que são apresentadas em público e avaliadas por um júri da comunidade que inclui empresários.

“Naquela época, naquele tempo não existia esse treinamento, essa preocupação em ensinar as pessoas a empreender. Tenho certeza que essas crianças que estão recebendo esse embasamento é que farão a grande transformação que o Brasil precisa”, declara Ourival Seola, empresário.

     Para os educadores, o ensino do empreendedorismo não visa, necessariamente, a formação de empresários. "A idéia é criar pessoas criativas, proativas e inovadoras no mercado de trabalho", diz Adriana Bonaldo, professora de empreendedorismo.

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     Confiram o material que será utilizado em nossas aulas: http://www.opee.com.br/pdf/Apresentacao1.pdf

     Nossa proposta é que, a partir de um contexto educacional seguro, acolhedor e bem estruturado, possamos construir as bases cognitivas, atitudinais, comportamentais e emocionais necessárias ao pleno desenvolvimento humano, assim como a construção da empregabilidade e da atitude empreendedora. A sustentabilidade do projeto de vida está diretamente relacionada ao autoconhecimento e ao direcionamento do processo de amadurecimento, que se dá por meio do desenvolvimento de competências pessoais e profissionais.
     Com as aulas de educação financeira e empreendedorismo, nossos alunos aprenderão, acima de tudo, a ter autonomia e iniciativa!

9 de novembro de 2011

Sobre brinquedos de meninas e meninos...


“Brincar, e não ter a vergonha de ser feliz...”

Brincar é tão importante para a criança como trabalhar é para o adulto. É o que a torna ativa, criativa, e lhe dá oportunidade de relacionar-se com os outros; também a faz feliz e, por isso, mais propensa a ser bondosa, a amar o próximo, a ser solidária.
A criança não é um adulto que ainda não cresceu. Ela tem características próprias e para alcançar o pensamento adulto (abstrato), ela precisa percorrer todas as etapas de seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e emocional. Seu primeiro apoio nesse desenvolvimento é a família. Posteriormente, esse grupo se amplia com os colegas de brincadeiras e a escola.
Brincando, a criança desenvolve potencialidades: ela compara, analisa, nomeia, mede, associa, calcula, classifica, compõe, conceitua, cria, deduz etc… Automaticamente ela vai adquirindo mais confiança em si e aprimorando seus conhecimentos.
Há muita discussão/dúvida em torno dos brinquedos indicados para meninos e/ou meninas, mas quem disse que meninos e meninas têm que ter brinquedos separados?
É normal que meninos brinquem com bonecas e meninas brinquem com carrinhos. Isto não indica que ele esteja ficando afeminado ou ela masculinizada, apenas que estão em uma época de descobertas e de diversão!
O brinquedo nada mais é do que a ferramenta que a criança tem para se divertir. O ato de brincar em si tem muito mais peso do que o brinquedo escolhido para isto.
É de extrema importância que deixemos as crianças livres para que descubram – da maneira como preferirem, independente do objeto que será usado para brincar – um mundo novo através das brincadeiras.
Independentemente de gênero, tipo ou estilo do brinquedo, o importante é que os pais sigam algumas instruções/indicações:       

Interesse:
É o brinquedo que convida a brincar, que desafia seu pensamento.

Adequação:
Deve atender a etapa de desenvolvimento em que a criança se encontra e suas necessidades emocionais, sócio-culturais, físicas e intelectuais.

Apelo à imaginação:
Deve estimular a criatividade e não limitá-la.

Versatilidade:
O brinquedo pode ser usado de diferentes formas, explorando a inventividade.

Composição:
As crianças gostam de saber como o brinquedo é por dentro.

Cores e formas:
O colorido, texturas e formas diferentes a estimulam sensorialmente.

Tamanho:
Deve ser compatível com sua motricidade (quanto menor a criança, maiores serão as peças do brinquedo).

Durabilidade:
Brinquedos muito frágeis causam frustração não somente por que se quebram, mas também porque não dão à criança tempo suficiente para estabelecer uma relação com eles.

Segurança:
Este é um dos mais importantes itens na escolha de um brinquedo. Deve ser feito de tinta atóxica, sem pontas e arestas nem peças que possam se soltar.

Quanto à brincadeira

• Dê tempo para que a criança possa explorar o material, deixando que ela tente sozinha, mas estando disponível se precisar de ajuda.
• Estimule sua auto-estima; faça com que ela se sinta capaz de aprender, dando-lhe o tempo que precisar.
• Encoraje suas manifestações espontâneas, permita que ela tome a iniciativa.
• Introduza propostas novas, estimulando a resolução de problemas.
• Escolha brinquedos adequados ao nível de desenvolvimento e interesse da criança.
• Aumente a dificuldade se notar que o jogo está fácil demais e reduza-a se estiver além de seu entendimento.
E lembre-se: quando apresentar um brinquedo a seu filho, demonstre interesse. Uma caixa vazia, dependendo de como lhe for apresentada, poderá virar uma casa, um barco, um carro, uma torre, uma cama de bonecas, um fogão... ou, simplesmente, uma caixa vazia!