A infância é o tempo de formação do caráter e da personalidade da criança... Inserida em um mundo repleto de coisas novas, interessantes, experenciáveis, a criança também utiliza dos exemplos e atitudes vivenciados para moldar seus comportamentos.
Nesse sentido, ainda sem parâmetros para medir o que é certo ou errado, a criança muias vezes acaba por imitar gestos, trejeitos ou linguajares de coleguinhas...
Transcrevi abaixo um trecho do livro PAIS E EDUCADORES DE ALTA PERFORMANCE, de Içami Tiba, que trata exatamente sobre essa questão: "Se os amigos e colegas têm e fazem, por que meus filhos não podem ter nem fazer? Se meus colegas e amigos têm, por que também não posso eu? Se é para ter, por que não o melhor? Fazer mais e fazer melhor?
O que é moda? É um imitar o outro! Mas por que imitar? Porque é o primeiro estágio da vida em grupo. Quando se imita o outro, o humano sente-se identificado e agregado com o original, portanto sente-se bem-sucedido no primeiro passo para a vida em grupo.
Por que não inventa? Porque a criação vem depois de realizada a etapa do viver em grupo. O inventor é tanto mais bem-sucedido no grupo quanto mais for imitado, o que lhe garante mais prazer, isto é, mais dopamina.
Por que o humano quer sempre se destacar da multidão? Porque ninguém gosta de passar despercebido. É um feedback positivo de validação mútua, de si e dos outros. Isto é, validamos quem nos valida. O sucesso é a validação da nossa vitória pessoal. Portanto, é mais dífícil inventar que imitar. Quem inventa é o líder. Quem imita, copia e consome são os liderados"
A discussão não gira em torno de quem deve ser (ou é) líder e liderado - mesmo porquê ambos os papéis têm a sua importância na sociedade. Devemos, assim, incentivar os pontos positivos da vivência em grupo, onde naturalmente as descobertas, criações e invenções são imitadas.
Como educadores (de preferência, pais e educadores de alta performance), cabe a nós apenas acompanharmos nossos filhos sempre, orientando-os a cada passo, para que consigamos trabalhar cada questão/atitude antes de ela ser absorida pela criança. Essas situações fazem parte do processo de aquisição da autonomia...
A felicidade de nossos filhos depende do quanto eles forem autônomos, e isso acontecerá a partir do momento em que lhes dermos regras e limites! Nossos filhos anseiam por uma vida de plenitude e todos os dias nos enviam mensagens sobre o que precisam para terem uma educação eficaz... Devemos estar preparados para perceber essas mensagens, dando a eles uma educação baseada no amor e na disciplina!
Eles esperam isso de nós... E quem irá se arriscar a decepcioná-los?
21 de outubro de 2011
4 de outubro de 2011
Confira algumas dicas para ajudar no momento (difícil!) de deixar a chupeta de lado!
(sugestão de livro!!)
Principalmente depois dos 3 anos, a chupeta é algo que não deveria mais fazer parte da vida das crianças. O que fazer, então, se ela continua - firme e forte - na sua casa? Chegou o momento-limite de acabar com esse hábito, para o bem de seu filho, pois a boca não foi feita pra ficar tampada...
"A chupeta ocupa um lugar que deveria ficar vazio", afirma a fonoaudióloga Flávia Ribeiro, do Hospital São Luiz, em São Paulo. O uso da chupeta não é recomendável nem para dormir. Dependendo da duração e da intensidade com que a criança usa a chupeta, poderá ter a mordida aberta ( quando a língua entra no espaço entre os dentes, dificultando a pronúncia das palavras). "Além disso, há o risco de ocorrer uma alteração na arcada dentária", diz Flávia.
Os pais têm de ensinar o filho a pegar no sono com a boca livre. É preciso determinação na retirada: saber que está fazendo a coisa certa e o filho é forte e vai suportar a perda. "As crianças adoram ouvir histórias antes de dormir. Aproveite esse momento, quando elas se envolvem nos enredos fantásticos, desligam-se e adormecem para 'esquecer' a chupeta", orienta a especialista.
Abaixo, seguem algumas dicas para ajudá-la nesse processo:
1) TENTE AOS POUCOS: Reduza o tempo que ele fica com o acessório, espaçando os intervalos. É uma forma de ele começar a de desacostumar;
2) FORA PRENDEDOR: Se costuma usar a chupeta presa na roupa, tire o prendedor já! O uso excessivo provoca danos na musculatura oral, que não é fortalecida de forma adequada. A arcada dentária também pode ficar deformada;
3) FAÇA UMA TROCA: No caso de bebês, substitua a chupeta por algo de que ele goste ou pelo qual se interesse e que possa ser colocado na boca;
4) GOSTO RUIM: Deixe a chupeta estragar. Segundo os médicos, a criança vai perdendo o interesse porque o 'gosto bom' acaba;
5)MARQUE UM DIA: Combine um dia oficial para tirar a chupeta de vez. E não volte atrás. Senão a criança vai entender que, sempre que quiser, você vai devolvê-la;
6) DIMINUA OS PERÍODOS: Vá diminuindo os períodos em que permite o uso da chupeta.
7)CUIDADO COM OS PRESENTNHOS: Se for premiar a criança por não usar a chupeta, prefira brincadeiras, passeios, privilégios, adesivos ou presentinhos simples - não dê doces a ela no lugar da chupeta.
8) CRIANÇA GRANDE: Reforce a ideia de que crianças mais velhas não usam chupeta - elas adoram se sentir mais crescidas.
9) INCENTIVE A DAR AS CHUPETAS: Incentive a crianças a dar todas as chupetas para alguém - nem que seja o Papai Noel ou o coelhinho da Páscoa. E, depois que ela der, faça de tudo para não voltar atrás. Se não houver nenhuma data próxima, você pode inventar a "fada da chupeta", que deixa um presentinho em troca.
10) INVISTA NA NOVIDADE: Anuncie uma mudança (um bichinho novo, um novo hábito - de ouvir músicas ou istórias - e explique que na nova rotina (de criança grande) não há espaço para a chupeta. O entusiasmo com a novidade pode ajudar!
Evite deixar a chupeta disponível em casa e, se possível, jogue fora também as mamadeiras. E tenha paciência :nos três primeiros dias a criança irá pedir a chupeta. Depois disso, ela vai se acostumar. Fique disponível para confortar seu filho e reforçar a importância de mudar esses hábitos.
Mas até que a chupeta seja totalmente abandonada, seja paciente e continue com os cuidados básicos: lave bem a chupeta uma vez por dia e também quando ela cair no chão. Deixar a chupeta por alguns minutos numa solução com água e vinagre branco uma vez por dia ajuda a prevenir o aparecimento de fungos. Enxágue bem e deixe secar naturalmente. Ensine seu filho a nuna emprestar a chupeta a amiguinhos.
Quando lavar a chupeta, verifique se o bico está firmemente colocado à base (para que não haja risco d eele se soltar e seu filho engasgar) e troque assim que vir algum sinal de desgaste.
"A chupeta ocupa um lugar que deveria ficar vazio", afirma a fonoaudióloga Flávia Ribeiro, do Hospital São Luiz, em São Paulo. O uso da chupeta não é recomendável nem para dormir. Dependendo da duração e da intensidade com que a criança usa a chupeta, poderá ter a mordida aberta ( quando a língua entra no espaço entre os dentes, dificultando a pronúncia das palavras). "Além disso, há o risco de ocorrer uma alteração na arcada dentária", diz Flávia.
Os pais têm de ensinar o filho a pegar no sono com a boca livre. É preciso determinação na retirada: saber que está fazendo a coisa certa e o filho é forte e vai suportar a perda. "As crianças adoram ouvir histórias antes de dormir. Aproveite esse momento, quando elas se envolvem nos enredos fantásticos, desligam-se e adormecem para 'esquecer' a chupeta", orienta a especialista.
Abaixo, seguem algumas dicas para ajudá-la nesse processo:
1) TENTE AOS POUCOS: Reduza o tempo que ele fica com o acessório, espaçando os intervalos. É uma forma de ele começar a de desacostumar;
2) FORA PRENDEDOR: Se costuma usar a chupeta presa na roupa, tire o prendedor já! O uso excessivo provoca danos na musculatura oral, que não é fortalecida de forma adequada. A arcada dentária também pode ficar deformada;
3) FAÇA UMA TROCA: No caso de bebês, substitua a chupeta por algo de que ele goste ou pelo qual se interesse e que possa ser colocado na boca;
4) GOSTO RUIM: Deixe a chupeta estragar. Segundo os médicos, a criança vai perdendo o interesse porque o 'gosto bom' acaba;
5)MARQUE UM DIA: Combine um dia oficial para tirar a chupeta de vez. E não volte atrás. Senão a criança vai entender que, sempre que quiser, você vai devolvê-la;
6) DIMINUA OS PERÍODOS: Vá diminuindo os períodos em que permite o uso da chupeta.
7)CUIDADO COM OS PRESENTNHOS: Se for premiar a criança por não usar a chupeta, prefira brincadeiras, passeios, privilégios, adesivos ou presentinhos simples - não dê doces a ela no lugar da chupeta.
8) CRIANÇA GRANDE: Reforce a ideia de que crianças mais velhas não usam chupeta - elas adoram se sentir mais crescidas.
9) INCENTIVE A DAR AS CHUPETAS: Incentive a crianças a dar todas as chupetas para alguém - nem que seja o Papai Noel ou o coelhinho da Páscoa. E, depois que ela der, faça de tudo para não voltar atrás. Se não houver nenhuma data próxima, você pode inventar a "fada da chupeta", que deixa um presentinho em troca.
10) INVISTA NA NOVIDADE: Anuncie uma mudança (um bichinho novo, um novo hábito - de ouvir músicas ou istórias - e explique que na nova rotina (de criança grande) não há espaço para a chupeta. O entusiasmo com a novidade pode ajudar!
PARA SER FIRME
Evite deixar a chupeta disponível em casa e, se possível, jogue fora também as mamadeiras. E tenha paciência :nos três primeiros dias a criança irá pedir a chupeta. Depois disso, ela vai se acostumar. Fique disponível para confortar seu filho e reforçar a importância de mudar esses hábitos.
Mas até que a chupeta seja totalmente abandonada, seja paciente e continue com os cuidados básicos: lave bem a chupeta uma vez por dia e também quando ela cair no chão. Deixar a chupeta por alguns minutos numa solução com água e vinagre branco uma vez por dia ajuda a prevenir o aparecimento de fungos. Enxágue bem e deixe secar naturalmente. Ensine seu filho a nuna emprestar a chupeta a amiguinhos.
Quando lavar a chupeta, verifique se o bico está firmemente colocado à base (para que não haja risco d eele se soltar e seu filho engasgar) e troque assim que vir algum sinal de desgaste.
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